quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Ora diga lá outra vez...

"Muitos dos que têm morada certa passam pela existência sem nunca percorrer as avenidas do seu próprio ser. São forasteiros para si mesmos. Por isso, são incapazes de corrigir as suas rotas e superar a suas loucuras.” – Augusto Cury

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

http://www.cpisantiago.pt/

O Caminho Português Interior de Santiago estende-se por 205 Km, em território português, atravessando os municípios de Viseu, Castro Daire, Lamego, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião, Vila Real, Vila Pouca de Aguiar e Chaves. Atravessa a fronteira em Vilarelho da Raia, percorrendo cerca de 180 Km da Via da Prata, em território espanhol, até alcançar Santiago de Compostela.

mais informações em: http://www.cpisantiago.pt/

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Habemus Burra

Após duras negociações com a Troika barroselense foi conseguido um acordo e o desaparecido ciclista volta aos trilhos muito em breve montado numa revolucionária burra 29.

A primeira foto da dita cuja que em breve comerá muito pó...

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Vamos batizar o(a) Cabritinho(a)

Ontem à tarde, num pequeno intervalo deste longo inverno fomos mais uma vez para os lados da Nó, numa volta curta mas mais ou menos violenta.
O coordenador GPS esteve a cargo do nosso hermano espanhol (El Levinho) que tal qual cabrito do monte atacou a Nó como se não houvesse amanhã...
Pra começar a festa fomos à linda capela de S. João após uma subida de 175 rpm... Como o cabrito do GPS estava numa fase religosa fomos à Senhora da ????? onde deparamos com um espetáculo da natureza, pois a bichinha da foto tinha acabado de chegar ao mundo... Soubemos pelo simpático casal de pastores que a cabrita era negra apesar da mãe ser branca... Deve ter sido uma festa...
A rota religiosa continuou e fomos à Senhora da Boa Morte, e logo de seguida o GPS apontou pra cima e subimos a Nó pelo lado pior.
Mais uma capela e passamos pela Sra da Conceição...
Quando parecia que a tarde estava acabada lá fizemos uma subidinha fácil, onde o GPS avariou, até ao alto do monte... e finalmente descemos até Carvoeiro onde abastecemos numa tasca muito simpática...
Uma volta pra repetir, mas a um ritmo mais rápido, pois este foi muito estilo passeio.
Quanto ao caprino que ontem nasceu a pastora prometeu que lhe ia chamar Foquinha em homenagem a um grande ciclista que tem andado a pedalar por ali às escondidas.
Prá semana vamos pra outros montes, a não ser que venha a primavera e seja preciso plantar batatas...

sábado, 2 de março de 2013

Póvoa 130




mais informações em www.bikeservice.pt

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Parabéns João

Trail de Santa Luzia



Trail Sta. Luzia.

Em mais um dia de forte chuva e vento (parece sina do ano) realizou-se no dia 10 de fevereiro o Trail Sta Luzia com a única distância de 33 km pelo monte do mesmo nome com 2600 m de acumulado.

As inscrições apesar de esgotada não estiveram presentes à partida os 400 atletas, fruto da adversidade meteorológica.

Mesmo assim havia 330 bravos, prontos para enfrentar todas as inerentes dificuldades da prova, mais o frio vento e muita àgua.

Os trilhos mais uma vez fizeram-se representar pelo António Guerra, o João Cruz e o Gonçalo Miranda que apesar de lesionado, não conseguiu resistir à tentação de alinhar à partida.

A missão dos três era basicamente terminar em boas condições encarando esta prova como mais um treino a ritmo mais exigente, testar total autonomia durante o percurso apesar dos abastecimentos oferecidos e enfrentar as duras condições atmosféricas, tudo em prol dos verdadeiros desafios que se avizinham.

Apesar dos três terem começado separadamente quis o destino juntar o António Guerra e o João Cruz já nos quilómetros finais, enquanto o Gonçalo Miranda terminava a prova ao km 14 dado a dor num gémeo ter-se intensificado.

Como tempo e lugar nas geral o António Guerra acabou com o tempo de 3:21:21 e o lugar 36, tendo o João Cruz alcançado o tempo de 3:21:23 e o lugar 37 respectivamente.

Por escalão destaca-se o 3 lugar do pódio do António Guerra nos M50, tendo levado para casa a inerente trepa da prova com um magnifico troféu que perspectiva concerteza um bom ano de 2013.

A próxima, um treino exigente pelo Gerês onde o objectivo é percorrer 77 km em percurso circular, saíndo do Mezio às 5 horas da manhã, com passagem por, Bostelinhos, Avelar, Sistelo, branda do Furando, S Bento do Cando, Peneda, Tibo, Paradela e Soajo com mais de 7000m de acumulado. Haja pernas.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Lenda do Castelo da Serra da Nó

A lenda do Castelo da Serra do Nó (perto da cidade portuguesa de Viana de Castelo) é do tempo em que os mouros dominavam aquela região sob o comando de Abakir, que tinha fama de conquistador de terras e de mulheres. O seu castelo, mesmo no topo da Serra do Nó, era dos mais ricos do mundo, dizia-se. Um dia, quando regressava a casa após mais uma batalha bem sucedida, Abakir viu uma linda pastora por quem se apaixonou imediatamente. No dia seguinte, habituado que estava a que nada nem ninguém lhe resistisse, o rei mouro mandou que a trouxessem à sua presença e disse-lhe que queria que ela ficasse ali a viver com ele para sempre. Conhecendo a reputação de Abakir, a jovem pastora assumiu o porte altivo de uma princesa e tudo recusou. Abakir enfureceu-se e mandou-a prender na torre do castelo até que a jovem pastora lhe pedisse perdão por ter ousado afrontá-lo com uma recusa. Mas ela nunca o fez e, um dia, Abakir cedeu e ofereceu-lhe o seu amor incondicional. A pastora então disse-lhe que o aceitaria sob a condição de Abakir se afastar de todas as outras mulheres e nunca mais pensasse noutra que não ela. Abakir prometeu e a bela pastora entregou-se-lhe naquela noite. Viveram felizes até que um dia a ameaça dos exércitos cristãos se fez sentir. Abakir reuniu os seus súditos e aconselhou-os a fugir. Informou-os ainda que ficaria sozinho no castelo até ao fim e a única voz que se fez sentir foi a da linda pastora que afirmou que ficaria também. Abakir sorriu. Não esperava outra coisa da sua princesa. Sozinhos no castelo viveram ainda algum tempo felizes, aproveitando os últimos momentos de um grande amor. Quando se ouviam já os gritos de vitória dos cristãos, Abakir abraçou a sua amada, pegou no Corão, sussurrou umas palavras misteriosas e fez um sinal mágico com a mão. Quando os cristãos chegaram à Serra do Nó, o castelo tinha desaparecido. A tradição diz que quem conseguir descobrir a entrada do castelo encantado através de uma gruta, ficará possuidor de maravilhosas riquezas. Abakir e a pastora ainda podem ser vistos em noites de luar, vagueando pela serra, aparecendo para aqueles que ousam tentar descobrir o mistério do castelo encantado.


Fonte: http://lendasecalendas.omeuforum.net

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Puxa Puxa

Puxa pela guita e terás uma surpresa...